Bonitinha nunca será Linda!!!
Assim como Linda, nunca será bonitinha!!!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Tradicionalmente (excluindo as noites mais frias) eu e algumas amigas (poucas) saímos nas sextas-feiras para tomar um chopinho e jogar conversa fora.
Hoje uma delas nos deu a seguinte notícias: estou me separando e saindo de casa. Já aluguei apartamento e na próxima semana terei outro endereço, outra vida, outros momentos começarão a acontecer.
Não sei se foi efeito do chopinho, mas fiquei tão triste... Até sono me deu! Expressão meio imprópria, mas: brochei!
Perguntei a ela se estava realmente certa. Ouvi de resposta: certíssima!!!
Só neste mês já fiquei 15 dias na casa dos meus pais e não senti nada!!!
Em toda minha confusão, por já ter vivido isso, por saber muito bem o que é, apenas disse: estar fora não é o mesmo que tirar todas as nossas coisas daquele lugar. Passar 15 dias fora é uma coisa bem diferente do que empacotar uma vida, mas... Talvez eu seja a boba mesmo da história e tenha essa grande dificuldade de dar fim às coisas.
Aliás, todas as vezes que dei fim, não adiantou. Sempre cedia aos caprichos do meu ex e voltava, como ele sempre quis. Até que um dia, ele não quis mais e meus caprichos não adiantaram de nada!!
Espero que ela seja mesmo bem corajosa e vá e não volte mais.
Pois homens não merecem uma segunda chance!!!
Bom, talvez... Homens precisem, mas "bostas"... não mesmo!!!
Amei... (Recebi junto com um presente)
Os teus olhos são os meus preferidos, a tua boca é a única para a minha, o teu abraço acolhe qualquer medo ou defeito meu e ao teu lado eu me sinto melhor do que sou. As tuas palavras calam e confundem as minhas, derrubam os meus textos prontos, testam os meus improvisos mais malucos. E o teu bom-senso quebra o meu gelo. O teu acaso constrói o meu destino. A tua falta alimenta a minha espera. A tua paz preenche o meu céu cinza. O teu tormento aguça a minha paz para te entrega-la de presente. A tua dor me fere. O teu prazer me enlouquece. A tua ida me leva e a tua volta me devolve. Mas eu… Eu não quero a devolução. E agora, se um abraço ou um beijo pudesse me calar, que calasse.
"Um dia, um doutor determinará que meu cérebro deixou de funcionar e que basicamente minha vida cessou. Quando isso acontecer, não tentem introduzir vida artificial por meio de uma máquina. Ao invés disso, dêem minha visão ao homem que nunca viu o sol nascer, o rosto de um bebê ou o amor nos olhos de uma mulher. Dêem meu coração a uma pessoa cujo coração só causou intermináveis dores. Dêem meus rins a uma pessoa que depende de uma máquina para existir, semana a semana. Peguem meu sangue, meus ossos, cada músculo e nervos de meu corpo e encontrem um meio de fazer uma criança aleijada andar. Peguem minhas células, se necessário, e usem de alguma maneira que um dia um garoto mudo seja capaz de gritar quando seu time marcar um gol, e uma menina surda possa ouvir a chuva batendo na sua janela. Queimem o que sobrou de mim e espalhem as cinzas para o vento ajudar as folhas nascerem. Se realmente quiserem enterrar alguma coisa, que sejam minhas falhas, minhas fraquezas e todos os preconceitos contra meus semelhantes. Dêem meus pecados ao diabo e minha alma a Deus. Se quiserem lembrar de mim, façam-no com um ato bondoso ou dirijam uma palavra delicada a alguém que precise de vocês. Se vocês fizerem tudo o que estou pedindo, viverei para sempre."
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
despir um corpo a primeira vez
é como despir um presente, por isso não se pode
desembrulhá-lo assim, às pressas, embora a gula
nos precipite afoitos sobre a pele ofertada.
não se pode com as mãos infantis,
é como despir um presente, por isso não se pode
desembrulhá-lo assim, às pressas, embora a gula
nos precipite afoitos sobre a pele ofertada.
não se pode com as mãos infantis,
descompassadas, ir rasgando invólucros,
arrebentando cordões com gula que as crianças
só têm nas confeitarias, antes da indigestão.
um corpo é surpresa, sempre.
é o que se vê nas praias,
nessa pública ostentação, nesse exercício coletivo
de nudez negaceada, em nada tira a eufórica
contentação do ato, quando os dedos vão
desatando botões e beijos,
e rompendo as presilhas das carícias.
despir um corpo a primeira vez
não é coisa de amador.
só se o amador for amador da arte de amar,
porque o corpo do outro não pode ter
a sensação de perda, mas a certeza de que
algo nele se somou, que ele é um objeto
luminoso que a outros deve iluminar.
um corpo a primeira vez, no entanto,
é frágil e pode trincar em alguma parte.
e os menos resistentes se partem,
quando aquele que os toca,
os toca apenas com cobiça e nunca
a generosa mansidão de quem veio
pela primeira vez, e sempre, para amar .
afonso romano de santanna
arrebentando cordões com gula que as crianças
só têm nas confeitarias, antes da indigestão.
um corpo é surpresa, sempre.
é o que se vê nas praias,
nessa pública ostentação, nesse exercício coletivo
de nudez negaceada, em nada tira a eufórica
contentação do ato, quando os dedos vão
desatando botões e beijos,
e rompendo as presilhas das carícias.
despir um corpo a primeira vez
não é coisa de amador.
só se o amador for amador da arte de amar,
porque o corpo do outro não pode ter
a sensação de perda, mas a certeza de que
algo nele se somou, que ele é um objeto
luminoso que a outros deve iluminar.
um corpo a primeira vez, no entanto,
é frágil e pode trincar em alguma parte.
e os menos resistentes se partem,
quando aquele que os toca,
os toca apenas com cobiça e nunca
a generosa mansidão de quem veio
pela primeira vez, e sempre, para amar .
afonso romano de santanna
domingo, 19 de agosto de 2012
Sócrates disse que a vida sem exame não é digna de ser vivida. Talvez esteja na hora de fazer um levantamento das impressões e das âncoras de nossa própria vida. Mesmo que um dia tenham sido totalmente sensatas, será que ainda são sensatas? Reconsideradas as antigas opções, podemos nos abrir a novas decisões – e às novas oportunidades de um novo dia. Parece que isso tem sentido. |
"Quem não teme não oprime. Nem reprime."
Paulo Leminski
Histórias se repetem todos os dias...
A pessoa que teme oprime e reprime muito!
A pessoa que é insegura, morre de medo...
O ciúmes sustenta relações...
Não pelo amor que se deveria sentir, mas pela posse e medo de para outro perder...
Triste!!!
Todos têm passado...
De que adianta trocar a cama?
Se a casa inteira está carregada de lembranças e sonhos!
Vai ser preciso trocar de tudo: tijolos, reboco, tintas e sonhos...
Vai ter que trocar de chuveiro... Quantas vezes tomamos banho juntos e trocamos carícias na água que nos banhava?
E o sofá... A poltrona... A mesa e os bancos...
A piscina...
A pia do banheiro...
O carro...
Tudo!
Há lembranças de intimidade, sonhos, carinhos, carícias por todos os lugares...
Para não se ter ciúmes é preciso mudar de casa, mas...
mesmo assim...
Estará levando a pessoa...
E tudo o que os sentimentos, os pensamentos e o corpo viveu... Só tem um jeito:
Trocar de corpo!!!
;)
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
A TRISTEZA PERMITIDA (Marta Medeiros)
Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.
Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
afinidade é sentir com,
não é sentir contra,
nem sentir por,
nem sentir pelo.
é olhar e perceber.
não é sentir contra,
nem sentir por,
nem sentir pelo.
é olhar e perceber.
é mais calar do que falar, ou,
quando é falar, jamais explicar ,
apenas afirmar.
afinidade é ter perdas semelhantes
e iguais esperanças.
é conversar no silêncio,
tanto nas possibilidades exercidas quanto das
impossibilidades vividas.
afinidade é retomar a relação no ponto
em que parou sem lamentar o tempo
de separação.
porque tempo e separação nunca existiram.
foram apenas oportunidades
dadas (ou tiradas) pela vida.
quando é falar, jamais explicar ,
apenas afirmar.
afinidade é ter perdas semelhantes
e iguais esperanças.
é conversar no silêncio,
tanto nas possibilidades exercidas quanto das
impossibilidades vividas.
afinidade é retomar a relação no ponto
em que parou sem lamentar o tempo
de separação.
porque tempo e separação nunca existiram.
foram apenas oportunidades
dadas (ou tiradas) pela vida.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Há amor em mim!!!
Há amor no meu coração!!!
Há amor naquilo em que acredito!!!
A minha felicidade depende de mim!!!
E quanto a isso, ninguém tem poder!!!
Só DEUS é dono da minha vida e Ele pode e tem poder
para mudar todas as coisas!!!
E Deus coloca as pessoas certas na vida da gente para nos mostrar que existem
seres HUMANOS que amam e cuidam uns dos outros!!!
Há amor no meu coração!!!
Há amor naquilo em que acredito!!!
A minha felicidade depende de mim!!!
E quanto a isso, ninguém tem poder!!!
Só DEUS é dono da minha vida e Ele pode e tem poder
para mudar todas as coisas!!!
E Deus coloca as pessoas certas na vida da gente para nos mostrar que existem
seres HUMANOS que amam e cuidam uns dos outros!!!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
;)
Te Amo, não somente pelo que és, mas pelo que sou quando estou contigo! Te Amo, porque puseste a mão pela minha alma e passaste por debaixo de minhas fraquezas e com teu Amor fizeste sair à luz toda a beleza que ninguém antes de Ti conseguiu encontrar !!!
;)
Você chegou me oferecendo um ombro amigo,
Um papo legal e inteligente,
Um abraço apertado,
Um cafuné...
E eu?
Eu te dei meu coração...
Você é um presente que a vida
guardou até agora!!!
Simplesmente FELIZ!!!
Um papo legal e inteligente,
Um abraço apertado,
Um cafuné...
E eu?
Eu te dei meu coração...
Você é um presente que a vida
guardou até agora!!!
Simplesmente FELIZ!!!
domingo, 12 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
;)
Seria maravilhoso não sentir ódio e desprezo nunca. Mas confesso que algumas pessoas têm esse poder... Pensamento positivo para afastar urucubaca e gentalha!!!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
;)
A combinação perfeita é o Super-homem que nos protege..
Com o Homem-Aranha que nos faz Subir Paredes!
Com o Homem-Aranha que nos faz Subir Paredes!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Assinar:
Comentários (Atom)